Chandon

Era uma vez um monge beneditino chamado Dom Pierre Pérignon, que nos idos de 1650, assumiu a função de tesoureiro da Abadia de Hautvillers, na França, com a missão principal de equilibrar as finanças da instituição. De olho no alto consumo de vinhos nas igrejas francesas, Dom Pérignon teve a ideia de recuperar as adegas, depósitos e prensas de Hautvillers que estavam em ruínas. Enquanto trabalhava pesado nas construções e replantava os vinhedos, um antigo costume da época – o de tapar as garrafas de vinho com pequenos pedaços de madeira envoltos em estopa embebida de óleo – começou a incomodá-lo.

Foi aí que ele pensou em derreter cera de abelhas no gargalo das garrafas, assegurando assim uma vedação perfeita e um método mais higiênico. Mas com o passar dos tempos, uma surpresa! As garrafas começaram a explodir nas adegas. E para acabar com os boatos de que os vinhos de Dom Pérignon estavam amaldiçoados, o corajoso monge decidiu prová-los. Diante da profusão de sabores adocicados e efervescentes em sua boca, resultado da fermentação do açúcar e produção do gás carbônico, Dom Pérignon disse sua mais célebre frase: “estou bebendo estrelas”. Nascia assim o champagne!

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E essa história linda continua viva na Maison Möet & Chandon, fundada em 1743 na França, que homenageia Dom Pérignon com um dos rótulos mais caros da casa. Na década de 1970, a Möet & Chandon amplia seus territórios na América do Sul e cria a Bodega Chandon em Mendoza, capital do vinho na Argentina. Hoje, a Chandon é parte obrigatória de quem busca luxo e sofisticação em sua viagem por aqui.

Toda a opulência da grife Louis Vuitton, atualmente dona da bodega, está presente em todos os detalhes, desde as prateleiras da loja até os imensos tanques de aço inoxidáveis iluminados com leves tons de dourados. Outro ponto alto da bodega é a adega, repleta de garrafas em um espaço de incrível bom gosto!

Casa Nomade,Motorhome.

E depois de passear pela vinícola e conhecer toda a história dos vinhos e espumantes produzidos ali, é hora do deleite… Degustar as melhores bebidas Chandon, harmonizadas com uma rica mescla da culinária francesa e argentina. Para começar, Mostaza a la Antigua com ricota caseira e queijo crie, e em seguida, cabrito assado a baixa temperatura com molho de cozimento lento, creme de cenoura e maçã perfumada com trufas acompanhado de legumes glacé. Ambos servidos com Chandon Extra Brut.

O prato principal (delicioso!) foi um suculento filé com chimichurri de Jarilla, ratte puré perfumado com fungos e texturas de vegetais, servidos com Baron B Brut Rose. E para finalizar, creme de chocolate branco perfumado com alecrim, acompanhado de compota de pêra e favo de mel com aromas silvestres e alfarroba, servidos com o refrescante Chandon Délice. Imperdível!

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